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Carlos Ribeiro
Tempo de leitura: 4 minutos – 14 de Junho de 2017

Evitando perdas de vendas e acidentes através da medição automática

A rotina de um posto de combustível envolve uma série de atividades que não podem ser esquecidas ou postergadas sob pena de haver descontrole de itens chaves para seu bom funcionamento.

No entanto, dada a natureza e complexidade da operação (bem como o fato de ela envolver alguns riscos) não se pode realizá-las de qualquer maneira dando espaço, por exemplo, a acidentes.

Uma dessas tarefas é o processo de medição, essencial e que deve ser realizado com frequência, podendo tomar tempo ou ser um desafio para os gestores.

Como não parar nem atrasar as atividades e ao mesmo não procrastinar um processo tão importante, realizando-o com segurança? A seguir separamos algumas dicas especiais ! Acompanhe:

Revendo as formas como a medição é feita e evitando acidentes 

Em primeiro lugar é preciso estar atento à adequação do sistema de medição. O chamado procedimento por régua ainda é permitido, mas com restrições (vide anexo 2 da NR 9), sendo prevista adaptação à medição eletrônica obrigatória segundo determinadas especificações.

Além disso, ele não fornece indicadores totalmente precisos ou pode ensejar erros de interpretação no transporte de valores da tabela, dificultando o real controle do volume de combustível disponível (o que também impacta na gestão de estoque).

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Já a medição manual está quase abolida por ter se tornado bastante polêmica ao expor os funcionários   em maior ou menor grau a possíveis efeitos adversos da inalação de componentes tóxicos.

O benzeno presente no combustível é tido como causador de males à saúde dando vazão a ações trabalhistas. 

Prestar atenção a esse ponto e não abrir brechas é importante, pois mesmo com a recomendação de uso de equipamentos de proteção individual (como máscara), na prática acabam acontecendo negligências na utilização, cujos danos farão com que o posto tenha de se responsabilizar legalmente independente de a conduta ter sido tomada voluntariamente pelo funcionário ou não. 

Fora a inalação existe ainda o risco de acidentes mecânicos, sendo que para ajudar a evitar problemas de todos os lados mencionados, existe a medição automática.

Com ela é possível visualizar os indicadores de níveis de tanque de combustível sem que o funcionário precise correr o risco de inalar algo ou de se machucar e com um nível de precisão muito maior em relação à régua. 

Quanto mais automático seu processo puder ser, maiores são as chances de haver segurança em todos os sentidos. 

Otimizando as funções na hora da medição 

Para garantir que os perigos sejam reduzidos, cabe aplicar uma importante medida de resolução: tirar o operador da linha de frente (da medição do tanque de combustível) e da situação de vulnerabilidade, já que o trabalho em um posto oferece riscos.

Quanto menos você expuser seus funcionários melhor, tanto para eles quanto para a sua atividade, lembrando que acidentes (nesse caso não só advindos da medição em si, mas da falta adequada de controle) também vão além e podem ensejar lidar com legislação e problemas ambientais graves – colocando em risco outras áreas e pessoas.

Por essa razão, mais uma vez, a medição automática cumpre importante papel. 

Evitando perda de vendas investindo em medição automatizada 

Quando você desloca funcionários para realizar medições reduz a capacidade de atendimento do seu posto e acaba comprometendo, no mínimo, o aspecto comercial. 

Não se pode sobrecarregar equipes para que não ocorra situações em que não tenha quem atenda os clientes com agilidade, evitando assim grandes filas que podem levar até a sérias perdas de vendas por insatisfação ou impressão de incapacidade de lidar com a demanda. 

Pense: em geral, são feitas 4 medições por dia, levando em média 50 minutos cada uma. No cotidiano do posto esse impacto pode ser muito grande, já que isso consome, a grosso modo, meia jornada diária de um funcionário. 

Ter um sistema automático que ajude a poupar esse tempo, fornecendo dados por vezes mais imediatos e confiáveis e também poupando o funcionário de riscos é, logo, a medida mais viável. 

Com ele não é preciso deslocar nenhum funcionário das bombas para fazer a medição (evitando acidentes quer seja pelo vapor inalado ao abrir os tanques como por atropelamentos, por exemplo) e não se corre o risco de ter que deixar um cliente esperando por muito tempo, o que permite um atendimento muito mais eficiente para o sucesso das vendas e da fidelização da clientela.

E então, seu posto já investe em medição automatizada para reduzir o risco de acidentes e evitar perda de combustível e vendas? Continue acompanhando nosso blog para descobrir cada vez melhor como boas práticas podem ajudar na gestão desse e de outros desafios!

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