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Carlos Ribeiro
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Planejamento e gestão de estoque em Postos de Combustível

8 de Junho de 2017

Uma questão na qual os gestores de postos sempre esbarram é a gestão de estoque, já que é preciso gerenciar bem a aquisição de combustíveis para garantir que não haja excessos nem falta.

Apesar disso, muitos acabam trabalhando com o nível de estoque bem abaixo do devido, com o sério risco de não conseguir vender mais caso haja procura, deixando margem para a perda de clientes em definitivo.

Para evitar esse desajuste, só há uma saída: manter e executar um bom planejamento e gestão de estoque.

Para isso selecionamos alguns conselhos:

Defina critérios para o momento de compra

Em geral, costuma-se dizer que novo combustível deve ser adquirido quando o tanque atingir 10% de sua capacidade (não havendo valor padrão que define o momento da compra, já que existe diferença entre postos maiores e menores).

Para um posto maior pode ser que 3 mil litros já seja um indício de necessidade de comprar (uma vez que os tanques vão, em média, até 30 mil litros), enquanto para outro esse valor pode ser menor.

Se a demanda que lhe sobrevém for alta (especialmente se o seu posto estiver localizado em uma região estratégica) e o tanque não for tão grande, provavelmente terá de fazer compras com maior frequência e assim por diante.

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Ou seja, o momento de compra varia em função do tamanho do posto e, da demanda da região, sendo sempre importante se pautar em monitoramento preciso do combustível.

Fique de olho nas demandas de seu posto e acompanhe a situação de seu estoque

Para saber quanto comprar, é possível contar com o levantamento preciso de informações (e por isso é essencial um sistema de apoio que torne os dados bastante disponíveis) sendo necessário analisar a capacidade atual e o histórico de movimentação (quanto vendeu em x tempo, quais dias e horários mais vendem), nunca esquecendo da validade do combustível.

Mesmo que seu tanque possa receber mais combustível do que a quantidade que irá adquirir, se ele não tiver procura o suficiente para zerar esse estoque dentro do prazo recomendado (que geralmente fica em torno de até 6 meses no posto revendedor) isso significará prejuízos.

Assim, acompanhar e controlar o estoque (não só no quesito nível) também ajudará seu posto a evitar perda por excesso.

Verifique e garanta o bom funcionamento dos componentes de sua instalação

Observar componentes do funcionamento ajuda a evitar inconvenientes com o estoque que podem impactar negativamente o controle e planejamento, fazendo com que o posto tenha de arcar com mais despesas que não é o desejado.

O tubo pescador (que faz a sucção do combustível do fundo do tanque, contendo uma tela que impede eventuais partículas que possam estar no fundo de saírem junto com o produto vendido), por exemplo, deve obedecer a uma distância adequada de posicionamento (atualmente 100mm).

Igualmente é necessário prestar atenção à detecção de água através da medição eletrônica, evitando assim problemas de qualidade de combustível em suas vendas.

Nesse ponto, um relatório automático de reconciliação auxilia bastante o gestor, apontando se há falhas e tendo equipamentos de medição conectados a sensores e sondas nos tanques, permitindo acompanhando de informações em tempo real sobre a situação neles.

Busque fazer sempre uma boa negociação

Por fim, cabe dizer que negociar boas aquisições faz parte do planejamento de estoque, de modo que o posto opere com excelente custo x benefício.

Postos bandeirados podem atuar com contrato (não tendo flexibilidade para buscar melhores condições de distribuição ou negociação com os revendedores), enquanto postos de bandeira branca conseguem ter maior liberdade nessa etapa.

No entanto, o válido é sempre estabelecer um bom relacionamento com seu distribuidor, buscando ter pronto atendimento na reposição de combustível e eventuais condições mais favoráveis ao barateamento do frete, que influenciará na composição de preço da gasolina (já que normalmente 16% desse fator diz respeito aos custos nos processos de distribuição e revenda).

Em regiões mais distantes, em que o acesso é mais difícil para as transportadoras (quando a gasolina vem de longe) o combustível fica naturalmente mais caro e uma boa negociação ajuda a dar margem para praticar uma boa política de preços, o que pode, inclusive, ser um diferencial na gestão.

Seu posto já tem um planejamento e gestão de estoque eficaz para contornar problemas desse tipo? Continue acompanhando nosso blog para descobrir sempre como melhorar sua experiência de gestão do posto de combustível!

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