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Combustível e temperatura: evitando perdas

9 de Agosto de 2017

Imagine esta cena. Depois de fechar a compra de combustíveis para a reposição, o gestor do posto percebe que foi descarregado menos combustível do que foi comprado.

Quem está no ramo sabe que esse tipo de situação não é tão incomum quanto se pensa, afinal, existem diversas razões para isso.

A primeira coisa que vem à cabeça é a sensação de ter sido enganado pelo fornecedor ou pela transportadora. Porém, a resposta muitas vezes não é a existência de uma fraude, mas sim um fenômeno químico  que é a capacidade dos líquidos - como o etanol e a gasolina - de dilatar ou contrair de acordo com a temperatura ambiente. Este fenômeno fica evidente quando o produto é colocado pela distribuidora de combustível no caminhão tanque a uma temperatura, e entregue no posto em uma temperatura diferente.

Na hora de fazer a reposição dos combustíveis para um posto, o combustível armazenado em um caminhão-tanque pode aquecer ou esfriar de acordo com a temperatura ambiente, o que resultará em um volume bruto diferente quando do momento do enchimento do compartimento do caminhão. Um sistema de medição de tanques que possa indicar esta variação é uma ferramenta poderosa para o controle do processo de entrega, afinal, quanto menor forem as perdas, melhor serão os resultados financeiros. 

Fazendo a conta

Existem dois processos comuns para fazer a análise do quanto pode ser perdido com variação de temperatura durante o transporte. 

Processo nº1

O posto calcula a quantidade de combustível presente no tanque antes da descarga e avalia o valor após o procedimento. Feito isso, os gestores do posto comparam a diferença com o volume de combustíveis que foi adquirido, fazendo assim o cálculo da diferença.

Processo nº2

O posto confere se o caminhão chegou carregado até a linha sinalizadora (isso também deve ser feito para no processo 1) e confere se há diferença. Caso haja, o posto completa o nível do caminhão com sua própria bomba, contabiliza a diferença e emite uma nota fiscal para o distribuidor, que faz o pagamento do valor reposto.

Sem dúvidas o primeiro processo é mais eficaz e requer muito menos trabalho dos funcionários e gestores do posto. Uma simples conta de subtração e uma breve comparação de números são procedimentos bem mais simples do que o preenchimento do caminhão tanque e a emissão de uma nota para o fornecedor.


Então porque não adotar somente o primeiro procedimento?

Essa pergunta encontra a resposta em um processo muito comum dos postos: a forma de medição que é utilizada para conferir o volume dos tanques.
Postos que ainda utilizam a medição com réguas de medição manual nunca irão conseguir aferir com precisão os números necessários para realizar o primeiro procedimento, restando apenas a segunda opção.

Além de ser um processo arcaico e que oferece riscos à saúde e segurança dos funcionários, a régua não consegue entregar a mesma eficiência que os sistemas eletrônicos de medição e monitoramento.

O Sistema Automático de Medição de Tanques foi criado visando a redução do desperdício de tempo da medição manual e a otimização da gestão de estoque de um posto. Sua utilização é fundamental para calcular corretamente o impacto da variação de temperatura no estoque.  

Ao utilizar o sistema de medição, o posto consegue garantir a existência ou não de fraudes ou desvios de mercadoria, além de obter relatórios automáticos de entrega de combustível nos tanques, que são fundamentais para acompanhar o processo de reposição do estoque de um posto.
O sistema é capaz de fornecer todos os dados necessários para um correto controle do processo de entrega de combustíveis, tais como Volume antes da entrega, Volume após a entrega, Volume compensado à 20°C, Temperatura, etc. A partir daí, a tomada de decisão e análise podem ser feitas com muito mais assertividade e de forma automatizada

Como reduzir as perdas?

A primeira sugestão que podemos fazer a um posto que pretende diminuir suas perdas é: modernize-se. O mercado já está competitivo demais para negligenciar perdas. É preciso ter um controle preciso de seus estoques, e isso só será possível adotando um sistema eletrônico de medição de tanques e monitoramento ambiental.
Eles são investimentos que se provam necessários e com um ótimo retorno. Você pode calcular qual o tamanho das suas perdas com medição manual frente ao investimento necessário para adquirir um sistema eletrônico. Nós preparamos uma calculadora de ROI – retorno sobre o investimento – para que você possa analisar qual o tamanho do prejuízo mensal com a adoção de processos manuais de medição.
A segunda alternativa é otimizar sua logística. Encontre fornecedores de qualidade próximos ao(s) posto(s) administrado(s) pela sua empresa. Quanto mais próximo for o fornecedor, menor será a chance de haver perdas com variação de temperatura.

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Voltando à situação inicial deste texto, podemos concluir que nem toda a diferença na descarga se trata de uma fraude. Apesar de pequenas, as perdas com variação de temperatura podem e devem ser detectadas, e somente um bom sistema de medição vai conseguir te auxiliar neste processo.

Não deixe de acessar nosso blog se quiser saber mais sobre os sistemas de medição ou se estiver interessado em outros conteúdos relacionados com a administração de postos de combustíveis!

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